Na noite de ontem, 22, o plenário da Câmara Municipal foi palco de mais um importante evento, a apresentação oficial da TEAcolher – Associação de Pais e Voluntários dos Autistas de Patrocínio e Região. E contou com a presença de autoridades de vários seguimentos da sociedade, integrantes da Associação e também, convidados.

Para o Presidente da TEAcolher, Guilherme Batista da Silva, o evento foi sucesso total. “Conseguimos mostrar para a sociedade que Associação veio para ficar e estamos comprometidos em batalhar para alcançar nosso objetivo, que nada mais é do ajudar os pais, as crianças e os profissionais que lidam todos os dias com o autismo,” declara Guilherme.

O Presidente da Câmara Municipal de Patrocínio, Vereador Thiago Malagoli, esteve presente representando o Poder Legislativo e ressaltou em sua fala a importância de movimentos como este em um momento em que os valores éticos e morais estão abalados em função da política brasileira. “Saber que podemos mudar a vida das pessoas através da união de forças em prol do bem comum aumenta nossa fé de que podemos construir um mundo melhor,” defende Malagoli.

Em seu discurso, o Presidente da Câmara, se comprometeu a criar a Lei Municipal, já que existem as Lei Federal nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que institui o Estatuto da Pessoa com Deficiência, tendo como base a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e também, a Lei Ordinária Federal nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro autista estabelecendo diversas diretrizes para sua consecução. “Nós do Legislativo vamos defender esta bandeira também,” garante Thiago Malagoli.

O autismo não possui cura e suas causas ainda são incertas, porém ele pode ser trabalhado, reabilitado, modificado e tratado para que, assim, o paciente possa se adequar ao convívio social e às atividades acadêmicas o melhor possível. Mas para isso é importante a informação e a união de sociedade e dos Poderes para que os benefícios sejam conseguidos e os portadores de TEA e suas famílias possam ser amparados.

Fonte: ASSCOM – CMP

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